They Are Coming
Somente AndroidFree· Avaliação dos usuários
Eu gosto de jogos que conseguem explicar sua proposta em poucos segundos, mas que ainda encontram maneiras de me fazer pensar durante uma partida. They Are Coming, da DreamsDrive, segue exatamente essa linha: é um jogo de ação com tiro, defesa contra zumbis e estrutura roguelike sem fim. A ideia é direta, porém a combinação entre pressão constante, decisões rápidas e partidas que se renovam cria uma experiência bem mais envolvente do que o resumo inicial pode sugerir.
Joguei pensando também em um cenário bastante comum: o aparelho fica em casa e passa de uma pessoa para outra. Nesse contexto, ele funciona melhor como uma diversão rápida para adultos ou adolescentes mais velhos do que como um jogo familiar. A classificação indicativa é de 16 anos, e isso não é um detalhe decorativo: a violência sangrenta faz parte da identidade do título. Para quem aceita esse tom, encontrei uma experiência simples de começar, difícil de largar e fácil de compartilhar em sessões curtas.
Como o jogo se encaixa na rotina de um aparelho compartilhado
Em um celular usado por várias pessoas, They Are Coming tem uma vantagem prática: não exige que alguém reserve uma tarde inteira para aproveitar. Eu consigo iniciar uma partida, testar uma abordagem e parar depois de uma tentativa sem sentir que abandonei uma campanha enorme. Esse formato combina com intervalos, deslocamentos e aqueles momentos em que há poucos minutos livres, mas também oferece espaço para sessões mais longas quando quero insistir em uma sequência melhor.
O estilo roguelike ajuda nesse uso alternado. Como a experiência não depende apenas de acompanhar uma história linear, cada pessoa pode jogar buscando seu próprio ritmo e suas próprias decisões. Um usuário pode preferir arriscar mais, enquanto outro pode jogar com cautela e tentar sobreviver por mais tempo. Essa diferença torna interessante passar o aparelho adiante: em vez de apenas comparar progresso, dá para observar como escolhas diferentes mudam o resultado.
Ao mesmo tempo, eu não trataria o jogo como uma atividade adequada para qualquer pessoa da casa. O foco em tiro e defesa de zumbis é explícito, e o aspecto sangrento pode incomodar quem prefere ação mais leve. Mesmo quando a partida parece visualmente simples, a violência continua sendo o centro da proposta. Por isso, a idade de 16 anos deve orientar a decisão antes de instalar o jogo em um dispositivo acessível a crianças.
Outro ponto importante é que o título é gratuito para baixar, mas oferece compras dentro do jogo entre R$ 5,99 e R$ 66,99 por item. Em um aparelho compartilhado, isso pede uma conversa clara entre os usuários. Eu evitaria deixar alguém mais novo explorando a loja sem supervisão e combinaria previamente se compras fazem parte da experiência ou não. O jogo pode ser aproveitado sem transformar cada sessão em uma decisão financeira, mas a possibilidade de gastar existe e merece atenção.
O primeiro contato é simples, mas o domínio demora
O que mais me agradou foi a facilidade de entender o objetivo. Não precisei de uma longa adaptação para perceber que precisava atirar, resistir e tomar decisões antes que a pressão aumentasse. Essa acessibilidade inicial é valiosa quando o aparelho está nas mãos de alguém que nunca jogou um roguelike. A pessoa pode experimentar sem estudar sistemas complexos por muito tempo.
Essa simplicidade, porém, não significa que o jogo seja raso. A dificuldade aparece quando tento repetir a mesma solução em situações diferentes. Uma escolha que parece segura em uma tentativa pode se mostrar insuficiente na próxima, e essa instabilidade é parte do charme do gênero. Eu aprendi mais observando os motivos de uma derrota do que simplesmente reiniciando sem pensar.
Para jogar em família ou entre colegas de casa, eu recomendaria um acordo simples: cada pessoa deve explicar o que tentou antes de passar o celular. Parece uma regra pequena, mas transforma a troca em cooperação. Em vez de alguém apenas dizer que perdeu, pode comentar que economizou determinado recurso, arriscou uma defesa ou tentou uma abordagem agressiva. Assim, o jogo vira uma conversa sobre decisões, não apenas uma disputa por quem chegou mais longe.
Limites, contas e coordenação dentro de casa
Como não há uma campanha tradicional que eu precise proteger de spoilers o tempo todo, o compartilhamento é menos problemático do que seria em um jogo narrativo. Ainda assim, eu manteria limites claros sobre quem joga, quando joga e se o progresso deve ser tratado como algo individual. Em um celular ou tablet usado por mais de uma pessoa, misturar tentativas pode gerar confusão, especialmente quando alguém está tentando aperfeiçoar uma estratégia específica.
O ideal é combinar um método doméstico antes de começar. Uma pessoa pode jogar em determinados horários, outra pode usar sessões rápidas, e todos podem evitar reiniciar ou alterar qualquer configuração sem avisar. Não considero isso uma limitação exclusiva do título; é uma consequência natural de dividir um dispositivo. Mas, como a experiência depende de repetição e aprendizado, perder o contexto de uma tentativa pode ser mais frustrante do que em um passatempo puramente casual.
Também vale separar a questão do jogo da questão da conta da loja. O fato de o download ser gratuito não elimina o cuidado com compras internas. Eu verificaria quem tem autorização para comprar e não deixaria a decisão para o momento em que alguém está empolgado depois de uma derrota. Esse tipo de impulso é justamente quando uma compra parece uma solução rápida, embora o melhor aprendizado geralmente venha de ajustar a forma de jogar.
O desenvolvedor, DreamsDrive, posiciona o título dentro de uma fórmula que privilegia partidas repetíveis e ação imediata. Para mim, isso significa que a experiência funciona melhor quando todos entendem que uma tentativa perdida não é necessariamente desperdício. O fracasso faz parte do ciclo. Se alguém da casa prefere progresso permanente, recompensas previsíveis e uma sensação constante de avanço, pode achar esse modelo menos satisfatório.
Coordenação melhora a experiência, mas não transforma o jogo em cooperativo
Eu faria uma distinção importante para quem imagina jogar com outras pessoas. Compartilhar o aparelho e conversar sobre as partidas não é a mesma coisa que ter uma experiência cooperativa simultânea. A graça doméstica que encontrei está na observação, na troca de estratégias e na alternância de tentativas, não em tratar o jogo como uma sessão conjunta tradicional.
Essa diferença ajuda a evitar expectativas erradas. Se você procura um título para duas pessoas jogarem lado a lado, cada uma controlando uma parte da ação, eu procuraria outra categoria. They Are Coming funciona melhor como uma experiência individual comentada. Uma pessoa joga enquanto outra acompanha, sugere ou aprende para tentar depois. Em alguns momentos, isso é até mais interessante do que uma cooperação formal, porque cada participante precisa assumir completamente as próprias decisões.
Uma técnica que achei útil foi estabelecer um objetivo por tentativa. Em vez de tentar fazer tudo ao mesmo tempo, eu poderia me concentrar em sobreviver, experimentar uma escolha diferente ou descobrir quanto uma abordagem agressiva realmente aguenta. Esse foco torna a derrota mais informativa. Em um ambiente compartilhado, também evita que cada jogador receba conselhos contraditórios a todo instante.
Outra dica é não passar o aparelho imediatamente após uma derrota frustrante. Eu prefiro esperar alguns segundos e identificar o que aconteceu. A pressão do jogo pode fazer uma pessoa apertar comandos sem refletir, e o próximo jogador acaba recebendo apenas uma sequência de decisões apressadas. Uma pausa curta ajuda a transformar o erro em informação, especialmente para quem ainda está aprendendo o ritmo do combate.
O formato sem fim também muda a maneira de conversar sobre desempenho. Não existe apenas a pergunta “quem terminou a história?”. O assunto passa a ser até onde cada pessoa conseguiu chegar e por que uma tentativa funcionou melhor que outra. Isso é bom para quem gosta de analisar padrões, mas menos atraente para quem precisa de um encerramento claro e uma conclusão tradicional.
Idade, confiança e o tom visual da ação
Eu levaria a classificação de 16 anos a sério, principalmente em uma casa onde o mesmo aparelho fica disponível para todos. O conteúdo de zumbis, tiros e sangue não aparece como um elemento periférico que pode ser ignorado. Ele está ligado ao impacto do combate e ao clima geral. Por isso, não recomendaria o jogo para crianças apenas porque os controles parecem fáceis ou porque o download não custa nada.
Para adolescentes dentro da faixa indicada e adultos, a conversa pode ser mais simples: explicar que o jogo é uma fantasia de ação com violência gráfica e observar se esse tipo de conteúdo é confortável. Não vejo necessidade de transformar a decisão em um problema maior do que ela é, mas também não acho correto esconder o tom para facilitar a instalação. Em um aparelho compartilhado, transparência é mais útil do que confiar apenas na aparência inicial.
O fato de o jogo ter alcançado mais de dez milhões de instalações e uma média de 4,8 entre cerca de cento e trinta e quatro mil avaliações mostra que ele encontrou um público amplo. Eu interpreto isso como um sinal de que a proposta é acessível e tem boa capacidade de prender a atenção, não como garantia de que será apropriada para toda casa. Popularidade ajuda a indicar alcance, mas não substitui a avaliação do conteúdo e do estilo de cada jogador.
A recepção também precisa ser lida com equilíbrio. Há milhares de comentários de usuários, e uma média alta sugere satisfação geral, mas nenhum número elimina as diferenças de preferência. Quem gosta de repetição, ação rápida e tentativa e erro provavelmente se adapta melhor. Já quem rejeita violência, compras internas ou partidas que não oferecem uma conclusão convencional pode se decepcionar mesmo diante de uma avaliação positiva.
O que muda em relação às alternativas de ação
Comparado a um jogo de tiro mais tradicional, They Are Coming me parece menos interessado em contar uma sequência longa de fases e mais focado em testar decisões sob pressão. Em uma campanha convencional, eu normalmente avanço por cenários planejados, aprendo o caminho e espero uma progressão relativamente previsível. Aqui, a repetição tem outro papel: cada tentativa serve para ajustar meu entendimento e tentar uma resposta melhor.
Também o colocaria em uma posição diferente dos jogos casuais de zumbis que dependem apenas de tocar rapidamente na tela. A entrada é simples, mas o formato roguelike dá mais peso ao planejamento. Não basta reagir ao que aparece; é preciso pensar no que vale a pena fazer agora e no que pode fazer falta depois. Essa camada adicional é uma das razões pelas quais o jogo continua interessante depois que a novidade inicial passa.
Por outro lado, eu escolheria uma alternativa mais tradicional para alguém que quer uma aventura guiada, objetivos bem definidos e sensação constante de desbloqueio. O ciclo de tentar, falhar e tentar novamente pode ser estimulante para mim, mas cansativo para quem prefere recompensas previsíveis. A estrutura sem fim não é um defeito isolado; ela determina o tipo de satisfação que o jogo oferece.
Há ainda uma diferença em relação a experiências competitivas. They Are Coming não precisa ser usado como uma arena para provar habilidade contra outra pessoa. Em casa, ele funciona melhor como um desafio pessoal que pode ser comentado. Isso reduz a pressão social, mas também significa que quem procura partidas contra adversários reais talvez encontre mais emoção em outro tipo de jogo de ação.
Desempenho, compatibilidade e compras
A versão atual é a 1.30.1, e o jogo pode ser instalado em aparelhos com Android 6.0 ou superior. Esse requisito torna o acesso relativamente amplo para quem ainda usa um dispositivo que não está entre os modelos mais recentes. Ainda assim, eu não confundiria compatibilidade mínima com garantia de uma experiência idêntica em qualquer aparelho. Tela, resposta dos comandos e desempenho geral podem influenciar bastante um jogo baseado em reação rápida.
Antes de instalar em um aparelho compartilhado, eu verificaria se há espaço disponível e se o sistema está funcionando de maneira estável. Não porque o título exija um procedimento especial, mas porque travamentos, bateria baixa ou notificações constantes atrapalham justamente as partidas em que preciso manter atenção. Em uma casa, também é útil escolher um horário em que ninguém precise interromper o jogador a todo momento.
O modelo gratuito facilita testar sem compromisso. Eu recomendo começar sem comprar nada e observar se o ciclo de jogo realmente combina com você. Depois de algumas sessões, fica mais fácil decidir se qualquer item oferecido dentro do jogo acrescenta conveniência ou apenas tenta acelerar uma experiência que já pode ser aproveitada com paciência. Em um dispositivo usado por várias pessoas, essa decisão deve ser coletiva e explícita.
O preço dos itens, que vai de R$ 5,99 a R$ 66,99 por compra, cria uma diferença relevante entre “baixar gratuitamente” e “jogar sem custo”. Eu não considero isso motivo suficiente para descartar o título, mas considero essencial controlar o impulso. A melhor forma de avaliar o jogo é primeiro entender sua diversão básica, sem tratar a loja como parte obrigatória do aprendizado.
Para quem eu recomendaria e quem deveria passar
Eu recomendaria They Are Coming para quem gosta de ação direta, zumbis, partidas repetíveis e decisões que precisam ser revistas depois de uma derrota. Ele também é uma boa escolha para quem quer algo que possa ser jogado em sessões curtas e retomado sem precisar lembrar uma grande quantidade de detalhes narrativos. Em um aparelho compartilhado por adultos ou adolescentes mais velhos, pode render conversas interessantes sobre estratégia e risco.
Também vejo valor para quem está começando a conhecer roguelikes. A proposta é fácil de compreender, e o jogador pode aprender com a prática em vez de enfrentar uma barreira enorme de sistemas logo no início. O gênero continua exigindo persistência, mas a ação mantém o aprendizado ligado a situações concretas. Cada tentativa deixa uma pergunta útil: o problema foi a escolha, o ritmo ou a maneira como reagi?
Eu passaria longe se a violência gráfica for um incômodo importante, se o aparelho for usado principalmente por crianças ou se a expectativa for encontrar uma experiência cooperativa para jogar simultaneamente. Também escolheria outro jogo para alguém que não tolera reinícios frequentes ou que precisa sentir um avanço linear em todas as sessões.
Para uma pessoa que joga apenas de vez em quando, o título pode funcionar, mas eu não esperaria domínio imediato. A lógica de tentativa e erro recompensa a repetição, e longas pausas podem fazer o jogador esquecer quais decisões estava testando. Nesse caso, sessões menores e objetivos simples são melhores do que tentar alcançar um resultado perfeito de uma só vez.
Minha conclusão para o uso em casa
Depois de considerar o jogo como diversão individual e como opção em um aparelho compartilhado, minha impressão é positiva, com limites bem claros. They Are Coming entrega ação rápida, um ciclo roguelike que incentiva novas tentativas e uma proposta suficientemente simples para qualquer pessoa entender logo no primeiro contato. A DreamsDrive acertou ao manter o foco, sem transformar a experiência em uma aventura cheia de elementos que desviam da defesa e do combate.
O ponto mais forte, para mim, é a combinação entre acesso imediato e decisões que ganham importância com o tempo. Eu posso começar sem preparação, mas não consigo melhorar apenas repetindo os mesmos movimentos. Preciso observar, adaptar e aceitar que uma derrota pode ser parte do progresso. Esse equilíbrio é o que separa o jogo de um passatempo descartável.
O ponto que exige mais responsabilidade é o contexto doméstico. A classificação de 16 anos torna inadequado deixá-lo como opção genérica em um aparelho usado por crianças, e as compras internas pedem limites entre os usuários. Não há problema em compartilhar a experiência entre pessoas da idade adequada, desde que todos entendam o tom violento, respeitem o progresso alheio e saibam quem pode autorizar gastos.
Com cerca de 4,8 de média e mais de 10 milhões de instalações, o jogo claramente alcançou uma comunidade expressiva. Para mim, ele merece essa atenção porque sabe ser acessível sem abandonar o desafio. Ainda assim, eu não o recomendaria automaticamente para toda pessoa que procura um jogo de ação. Sua melhor audiência é específica: quem gosta de zumbis, sangue, repetição e aprendizado por tentativa.
Minha recomendação final é instalar gratuitamente, testar algumas partidas sem compras e observar como o ciclo se encaixa na rotina da casa. Se você procura um desafio individual que também possa ser comentado e alternado entre pessoas de confiança, ele tem bastante a oferecer. Se precisa de controles familiares, narrativa linear, cooperação simultânea ou conteúdo mais leve, a escolha mais sensata será procurar outra experiência.
Prós
- Partidas rápidas
- ideais para jogar em sessões curtas.
- Controles simples e fáceis de aprender desde os primeiros minutos.
- Grande variedade de armas para experimentar diferentes estratégias.
- A evolução do personagem mantém a sensação de progresso constante.
- Funciona bem como passatempo casual
- sem exigir longos períodos de jogo.
Contras
- A dificuldade pode subir rapidamente e causar frustração em algumas fases.
- A repetição de cenários reduz a variedade depois de várias partidas.
- Alguns upgrades parecem depender bastante da sorte durante as runs.
- A tela pode ficar visualmente confusa quando muitos inimigos aparecem juntos.
- A experiência pode perder novidade para quem não gosta de jogos de sobrevivência.
Perguntas frequentes
O que é They Are Coming e como funciona o jogo?
They Are Coming é um jogo de estratégia e sobrevivência em que você precisa preparar suas defesas para enfrentar ondas cada vez mais perigosas de inimigos. A jogabilidade combina planejamento, escolha de equipamentos e posicionamento tático. Antes de cada confronto, é necessário decidir como usar os recursos disponíveis, montar uma estratégia eficiente e adaptar-se aos diferentes tipos de ameaças.
They Are Coming é gratuito para baixar e jogar?
O jogo pode ser baixado gratuitamente, mas a disponibilidade de compras internas, anúncios ou outros recursos pagos pode variar conforme a versão e a plataforma utilizada. Antes de instalar, é recomendável conferir a página oficial na Google Play ou App Store para verificar informações sobre preços, itens opcionais, publicidade e possíveis limitações da versão gratuita.
É necessário estar conectado à internet para jogar They Are Coming?
A necessidade de conexão pode depender do modo de jogo e da versão instalada. Algumas funções, como anúncios, sincronização de progresso, atualizações ou compras internas, normalmente exigem internet. Em determinadas situações, o jogo pode permitir partidas offline, mas é aconselhável abrir o aplicativo conectado pelo menos na primeira execução e confirmar quais recursos continuam disponíveis sem conexão.
They Are Coming é adequado para crianças e quais são os requisitos de idade?
They Are Coming apresenta combates, criaturas hostis e elementos de tensão que podem não ser apropriados para todas as idades. A classificação indicativa pode variar entre Android e iOS, por isso os responsáveis devem consultar a informação exibida na loja correspondente. Também é importante verificar se existem anúncios, compras internas ou recursos online antes de permitir o acesso de crianças.
O jogo ocupa muito espaço e funciona em celulares mais antigos?
O desempenho de They Are Coming depende do modelo do aparelho, da quantidade de memória disponível e da versão do sistema operacional. Em dispositivos mais antigos, podem ocorrer carregamentos demorados, redução na qualidade visual ou travamentos durante fases mais intensas. Para uma experiência melhor, mantenha espaço livre suficiente, atualize o sistema e feche outros aplicativos antes de jogar.

















